
Em uma conversa de mesa de bar, entre Tony e clientes assíduos da casa - Stélio e Aranha - ficou acertado que Tony (cheff da Companhia), faria um Spaguetti à
Ragù de Carni, para jantarem juntos, numa noite qualquer.
Depois de algum tempo e muitas cobranças, finalmente o
Ragù saiu e foi servido de maneira informal, inclusive para outros clientes que estavam presentes nessa noite, arrancando muitos elogios de todos. Por ter se criado uma atmosfera de confraternização naquele momento, Tony resolveu repetir na semana seguinte aquela oferta e usufruir, mais uma vez, daquele clima tão gostoso de interação com os clientes, que, dessa vez, já chegaram trazendo outros amigos...
E a história se repetiu por várias semanas, sempre com os amigos e os amigos dos amigos da Companhia vindo, alegremente, se confraternizar conosco, até que, em consequência do estrondoso sucesso, pessoas totalmente alheias ao círculo e a casa, interpretaram como doação, o fato do
Ragù ser servido gratuitamente e começaram a aparecer de forma desorganizada e predatória, deixando o alvo principal, que eram os amigos da Companhia, sem seu devido espaço, uma vez que chegavam e ocupavam as mesas que seriam, preferencialmente deles, consumindo apenas a gratuidade, o que nunca acontecia com a
"Turma do Ragù". Desta forma, no sentido de inibir essa prática, a Companhia, no intuito de favorecer e proteger os interesses dos seus clientes efetivos, passou a atrelar a gratuidade do
Ragù, às pessoas que consumissem um valor mínimo de R$ 6.00.
Obtendo o êxito desejado com essa prática, a
"Turma do Ragù" continua se encontrando todas as Quintas-Feiras, sempre no horário das 19h às 20h, num evento muito concorrido, em clima de aconchego e interação que se pretendeu desde o início.
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